quarta-feira, 16 de março de 2011

Recursos da caderneta de poupança e do FGTS não serão suficientes em três anos!

Não lembro se já comentei anteriormente aqui, mas parte dos recursos da caderneta de poupança bem como do FGTS é utilizado para financiar a habitação. Entretanto, tais recursos estão sendo utilizados quase ao extremo hoje, beirando 70% de seus estoques, segundo alguns especialistas.

Tal uso desenfreado poderá causar sérios problemas muito em breve: segundo alguns economistas, dentro de três a quatro anos os recursos da caderneta e do FGTS não mais serão suficientes para suprir a demana habitacional brasileira, o que poderá provocar sérios problemas, como:
  • Dificuldade de obtenção de financiamento ou crédito para habitação;
  • Redução dos subsídios governamentais (que geralmente se utilizam do FGTS) para o incentivo à habitação - como os descontos promovidos pelo programa "Minha Casa, Minha Vida";
  • Juros maiores sobre os financiamentos habitacionais.
Muito pouco tem sido feito no sentido de solucionar tal problema, o que torna ainda mais preocupante. As duas principais causas desse problema é o intenso crescimento populacional, que tem levado a um crescimento habitacional muito mais rápido, bem como os resgates de cadernetas de poupança, sendo que estas possuem, como consequência, o baixo rendimento das cadernetas de poupança.

E não podemos nos esquecer que estamos "às vésperas" de Copa do Mundo e Olimpíadas a serem realizadas no Brasil, o que intensificará ainda mais os financiamentos governamentais.

A situação é complicada e pode trazer graves problemas a quem necessita de tais recursos para obter sua própria moradia.

A adoção de fontes alternativas para investimento e financiamento de habitações é a principal alternativa apontada como forma de suprir tal demanda.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

A caderneta de poupança é ainda uma boa opção?

Olá leitores! Estava aqui checando a respeito do rendimento dos investimentos no ano passado e tive umas reflexões a respeito. Olhei algum tempo a respeito da caderneta de poupança e vi alguma coisa que não foi muito bom: apesar de possuir uma alta popularidade, o rendimento da caderneta de poupança foi muito baixo!

Apenas no mês de novembro, a captação da caderneta de poupança atingiu a casa dos R$ 4 bilhões e ao comprido do ano somaram mais de R$ 370 bilhões em depósitos! Apesar disso, a revista Veja divulgou que no mês de novembro a caderneta de caderneta de poupança teve o seu pior atuação desde março de 2003. Reduzindo-se a inflação por IPCA do rendimento da caderneta, veremos que o lucro real do investidor é de apenas 0,29% no mês de novembro. Compreende o que isso significa?

Bem, como diz o próprio título da matéria da Veja, o capital encolheu. E esse baixo rendimento afeta fundamentalmente o pequeno investidor, que possui muitas vezes a caderneta como principal investimento em sua carteira.

Diante de rendimento tão baixo, pode ser mais interessante apostar em si mesmo e em uma ideia de empreendimento e empregar sua grana nela, essencialmente se você não precisar desse dinheiro pelos próximos dois anos. Certifique-se de que, se bem obra, poderá conseguir mais que 0,29% acima da inflação.

sábado, 6 de novembro de 2010

Algumas escolhas de aplicação do dinheiro a fim de render mais que a Poupança

Seu dinheiro em uma caderneta de poupança faturou, até metade de outubro, em torno de 5,7%. É pouco, concordo, e umas poucas estratégias podem ajudá-lo a aperfeiçoar o regresso mais tarde. Antes, é importante saber que risco e retorno tratam-se de variáveis que andam unidas. As duas devem ser bastante bem estudadas e trabalhadas, ou você percorre o risco de não lucrar quase nada arriscando-se demais.

Ainda sobre a caderneta de poupança, aqueles 5,7% também podem ser pensados bons números. Lembre-se de que a caderneta de poupança não tem taxa de gestão e nela não há arrecadação de IR. Uns fundos de renda-fixa e DI renderam menos que a poupança em 2007, portanto pense no risco e regresso com muita cautela e atenção. O tal superior aplicação do dinheiro não subsiste.

Deseja adquirir "money", garotão? Estude como gerenciar riscos

Permita-me um conciso discurso sobre o risco. Note que cada um possui um perfil e isso se nota na aversão pessoal ao risco. Desta forma, não tem, e nunca haverá, o melhor aplicação do dinheiro, fundo ou produto bancário. A deliberação deve espelhar as suas probabilidades e se você está disposto a aventurar a aventurar de arrancar fluxos de caixa e grandes rendas. Será que você já consegue contestar essa pergunta? O é uma primeira etapa essencial.

Vou ajudá-lo a meditar nas alternativas. Se você ainda é jovem, está na fase de explorar e tentar. Se você já possui família formada, dependentes até o momento sem condições de se sustentarem sozinhos e(ou) está mais velho e na urgência de ocorrer algum imprevisto (por caso), não está na fase de aventurar (não muito). Representação tem a ver com o que você tolera, no entanto também com a sua realidade financeira e esse é um aspecto indispensável e jamais deve ser descuidado.

As Opções

Sabendo calcular sua repulsão ao risco e seu atual objetivo na vida, é momento de conhecer superior uns serviços. Vejamos, de modo resumida, as opções reais além da caderneta de poupança:

Fundo de renda fixa

Os governadores usam seu grana para, com outros totais de outros clientes, empregar dinheiro em títulos do débito público antecipados. Excelente se os juros estão em habilidade pequena, como agora. Risco: baixo; Rentabilização: baixa afim de média; Precauções: taxa de ministração e alíquota de IR;

Fundo Referenciado DI

Ao reverso do anterior, aqui os administradores investem em títulos pós-colocados, o que em situação de juros baixos deixa de ser tão encantadora. Mas, ainda assim, encontra-se bons fundos deste modelo no mercado. Risco: baixo; Rentabilidade: baixa afim de média; Precauções: taxa de gestão e alíquota de IR;

Fundo de Ativos no mercado acionário

Aqui os administradores utilizam seu dinheiro afim de adquirir ações na Bolsa de Números. A carteira e o dinheiro acumulado empregado em cada ágil é uma decisão do gestor e a você cabe verificar o risco do fundo e se vivem excelentes carteiras e fundos em diferentes instituições.

As carteiras geralmente admiram organizações que quitam dividendos, small caps (instituições de pequeno porte) e empresas de maior porte (Petrobras, Vale etc). Risco: elevado; Rentabilização: média para alta (longo prazo); Precauções: taxa de gestão, oscilação do mercado, taxa de performance e administração do fundo (ativa ou passiva);

Fundo Multimercado (ou Misto)

Trata-se de um produto bancário onde rendimento variável (ações), câmbio e renda fixa se misturam. A carteira é formada de títulos públicos, privados, ativos na bolsa de valores e moeda estrangeira. Atrativo afim de os que até o momento não estão totalmente prontos para encarar o sobe e desce do mercado de ativos na bolsa de valores, entretanto acreditam no conceito de poder correr riscos um pequeno melhor; Risco: médio afim de elevado; Rentabilização: média; Precauções: taxa de ministração, composição da carteira (maioria em ações, títulos etc) e gestão do fundo;

Tesouro Direto

Títulos públicos tratam-se de uma forma do Governo Federal obter recursos financeiros para o financiamento do débito público e afim de ativos em infra-estrutura, educação, saúde etc. Você compra um título, paga o Governo e o mesmo utiliza o nosso capital para financiar ou empregar no crescimento do país. Risco: baixo; Rendimento: baixa para média; Cuidados: momento da compra, pois os lucros diversificam (de concórdia com a Selic);

Certificado de depósito

Da mesma modo que o governo exprime títulos afim de conseguir grana, os bancos exprimem certificados (os CDBs). Você compra o título privado, o banco usa seu "money" e paga um juros anual. Risco: baixo; Rendimento: pequena para média: Cuidados: a rentabilidade é constantemente atrelada ao CDI. Busque remuneração menor que 85% do CDI.

Lembrete importante

É fundamental lembrar que alternativas ruins de aplicação do dinheiro vivem em todas as categorias de aplicações e vou finalizar com um exemplo: o que levaria uma pessoa adquirir cotas em um fundo de ativos na bolsa de valores Petrobrás (de qualquer banco) ao invés de comprar as ativos na bolsa de valores diretamente na Bolsa? Puro desconhecimento. E com a falta de compreensão, paga-se de 2% a 3% por ano a uma instituição bancária. É imparcial não é mesmo? As ações compradas, a possiblidade e o retorno tratam-se de os mesmos.

Desejo ter cooperado e alertado a coragem de ir mais além no conhecimento destas alternativas de investimento, propriamente da caderneta de poupança. Lembre-se de apreciar a leitura de uns bons livros, investir em educação financeira e indagar de tempos em tempos os nossos blogs.